Um guia para visitantes do Field Museum em Chicago

O Field Museum of Natural History é o grande museu de história natural de Chicago, mais conhecido pela SUE, a T. rex, pelo Egito Antigo e por uma das mais vastas coleções de ciência e cultura do país. Não é uma visita rápida a uma única galeria: o prédio é grande, as exposições ocupam vários andares e, mesmo uma visita bem direcionada, pode levar de 3 a 4 horas. A maior diferença entre uma visita apressada e uma visita satisfatória é a ordem do percurso. Este guia traz informações sobre horários, ingressos, entradas e o melhor caminho para percorrer o museu.

Visão geral rápida

Se você quiser que o percurso pareça mais fácil de lidar, em vez de assustador, decida o horário e o trajeto antes de chegar.

  • Quando visitar: Diariamente, geralmente das 9h às 17h. Logo na hora da abertura ou depois das 15h, o lugar fica visivelmente mais tranquilo do que entre 11h e 14h, porque grupos escolares, famílias e visitantes na entrada costumam se encontrar nas salas dos dinossauros no final da manhã.
  • Como chegar: A partir de US$ 30 para a entrada padrão. É melhor fazer a reserva com antecedência nos fins de semana, feriados e datas de verão, enquanto as visitas durante a semana na baixa temporada são mais fáceis de fazer mais perto da data.
  • Quanto tempo permitir: 3 a 4 horas para a maioria dos visitantes. Isso pode chegar a 5 ou 6 horas se você incluir o Egito Antigo, as Américas Antigas, um filme em 3D ou uma visita mais demorada às salas de ciências, lendo as placas com calma.
  • O que a maioria das pessoas não percebe: O Grainger Hall of Gems, os leões de Tsavo no salão principal e as galerias das Américas Antigas costumam ser visitados às pressas depois da SUE e do Egito Antigo.
  • Vale a pena contratar um guia? Sim, se você quiser um pouco de contexto e um percurso mais direto pelas principais salas do museu; se preferir seguir seu próprio ritmo, um mapa e uma lista de pontos de interesse bem definida geralmente dão conta do recado por um preço menor.

🎟️ É bem provável que os ingressos para o Museu Field de História Natural fiquem esgotados com antecedência nos fins de semana de verão, nas semanas de feriados e nas quartas-feiras de entrada gratuita. Reserva já a tua visita antes que o horário que desejas se esgote.

Vá direto para o que você precisa

Onde e quando ir

Como se chega ao Field Museum?

O museu fica no Museum Campus de Chicago, logo ao sul do Grant Park e do Loop, tendo a estação Roosevelt como principal ponto de transporte público nas proximidades.

Endereço: 1400 S. Lake Shore Drive, Chicago, IL 60605 | Ver no Google Maps

  • Trem CTA: Estação Roosevelt (Linhas Vermelha, Laranja e Verde) → 15–20 min de ônibus ou a pé → o melhor ponto de conexão se você estiver vindo do Loop ou dos aeroportos.
  • Ônibus da CTA: #146 para o Museum Campus → parada direta perto do museu → a opção mais simples de transporte público assim que você chegar à Roosevelt.
  • Dirigindo: Pela Lake Shore Drive → o caminho mais rápido vindo do centro da cidade fora dos horários de pico → o estacionamento no local custa geralmente entre US$ 27 e US$ 32 por 4 a 12 horas.
  • Táxi/carona compartilhada: Desembarque no Campus dos Museus → curta caminhada até a entrada → a opção mais prática se você estiver com pouco tempo ou viajando com crianças.

Qual entrada você deve usar?

O Field Museum é bem simples de se locomover quando você já está lá dentro, mas a maioria dos visitantes subestima o tempo que o controle de segurança e a verificação de ingressos tomam no final da manhã.

  • Entrada principal: Fica na frente do museu, na S. Lake Shore Drive. O fluxo de visitantes costuma ser menor entre 11h e 14h nos fins de semana, nos dias de férias escolares e nas quartas-feiras com entrada gratuita.

Quando o Museu Field de História Natural está aberto?

  • Segunda a domingo: 9am–5pm
  • Última entrada: Por volta das 16h
  • Entrada gratuita às quartas-feiras para residentes de Illinois: A entrada é gratuita mediante reserva prévia e apresentação de documento de identidade válido, mas o museu continua funcionando no horário normal de funcionamento diurno.

Quando é que fica mais cheio? Fins de semana, quartas-feiras com entrada gratuita, tardes de verão e das 11h às 14h durante todo o ano são os horários de pico, quando a SUE, a exposição do Egito Antigo e o salão principal ficam mais lotados.

Quando é que você realmente deveria ir? Chega logo na hora da abertura se a SUE for a tua prioridade, ou vai depois das 15h se quiseres um passeio mais tranquilo pelas salas dos dinossauros e tirar fotos com mais facilidade no Stanley Field Hall.

É no final da manhã que o museu fica mais cheio

Se você chegar por volta das 11h, vai pegar o horário de pico, quando se misturam grupos escolares, famílias e visitantes esporádicos, o que é mais intenso nas áreas da SUE, do Egito Antigo e nos pontos de foto do salão principal.

Quanto tempo você precisa?

Tipo de visitaItinerárioDuraçãoA uma curta distânciaO que está incluso

Apenas os destaques

Salão principal → SUE e o Planeta em Evolução → Egito Antigo → saída

2,5–3 horas

~1.5km

Você visita as atrações que mais chamam a atenção do público e sai satisfeito, mas acaba deixando de lado as galerias culturais mais específicas, o salão das joias e a maioria dos espaços interativos para famílias.

Visita equilibrada

Salão principal → SUE e o Planeta em Evolução → Egito Antigo → Américas Antigas → Salão das Gemas → saída

3,5–4,5 horas

~2.5km

Isso te oferece a combinação mais completa de fósseis, achados arqueológicos e acervos culturais, e parece ser a melhor opção para uma primeira visita.

Exploração completa

Sala principal → salas dos dinossauros → Egito Antigo → Américas Antigas → Sala das Gemas → Aventura do Subsolo → exposições temporárias ou filme em 3D → loja de presentes

Mais de 5 horas

~3.5km

Você vai poder ver tudo o que o museu tem a oferecer, mas é um dia longo dentro de casa, e as galerias finais não valem tanto a pena se você gastar toda a sua energia com a SUE logo no começo.

Qual é o ingresso necessário para o teu trajeto?

Os destaques e os percursos equilibrados estão disponíveis na Entrada Geral. Só compra um ingresso premium se quiser assistir a um filme em 3D ou a uma exibição especial.

✨ É mais difícil percorrer todo o trajeto sem um plano, porque o museu distribui suas principais atrações por vários andares e é fácil deixar de visitar as salas mais tranquilas depois de ver a SUE. Um tour guiado ajuda a manter o ritmo certo e acrescenta contexto nos casos em que as legendas por si só parecem insuficientes.

Como é que se locomove pelo Museu Field de História Natural?

Plano do museu

O Field parece mais um grande museu com vários andares do que um percurso linear único; por isso, é fácil se orientar sozinho quando você sabe o que quer ver, mas também é fácil deixar de visitar salas inteiras se você andar sem um plano.

  • Nível principal: Stanley Field Hall, os leões de Tsavo e a grande área de orientação → ótima primeira parada e oportunidade para tirar fotos → opção econômica de 15 a 30 minutos.
  • Nível dos dinossauros: SUE e as Salas Griffin do Evolving Planet → a maior atração do museu e o lugar onde é mais fácil perder a noção do tempo → reserva de 60 a 90 minutos.
  • Salas culturais: O Egito Antigo e as Américas Antigas → as melhores galerias de peças não fósseis → opção econômica: reserva de 75 a 105 minutos no total.
  • Paradas do isqueiro: Sala das Joias e Aventura no Subsolo → ótima opção para recarregar as energias no final da visita, depois das salas com textos mais densos → reserva de 30 a 45 minutos.

Rota sugerida: Começa pelo salão principal, vai direto para a SUE antes que a multidão do final da manhã comece a se formar e, depois, segue para o Egito Antigo enquanto ainda estás com energia. Guarda o Gems Hall e a aventura do subsolo para mais tarde; é mais fácil curtir esses lugares quando você estiver a fim de algo mais curto e menos lotado.

Mapas e ferramentas de navegação

  • Mapa: Baixa ou pega o mapa do museu antes de sair a passear pelas salas, para que possas ligar a SUE, o Egito e as Américas sem teres de voltar atrás.
  • Sinalização: A sinalização é suficiente para os principais pontos turísticos, mas é muito mais fácil não perceber as salas culturais mais discretas se você contar apenas com as placas suspensas.
  • Audioguia/aplicativo: Uma visita guiada é o que mais vale a pena no Egito Antigo e nas Américas Antigas; para quem faz a visita autoguiada, é melhor seguir um roteiro bem definido do que ficar parando em todos os lugares.

💡 Dica de profissional: Visita primeiro as salas dos dinossauros, não deixe para o final; assim que a multidão do final da manhã começar a se aglomerar em torno da SUE, cada parada depois disso vai parecer mais demorada do que o necessário.

Onde estão as obras-primas no Museu Field de História Natural?

SUE at the Field Museum
Inside Ancient Egypt gallery at the Field Museum
Ancient Americas gallery at the Field Museum
Grainger Hall of Gems display
Underground Adventure exhibit at the Field Museum
Tsavo lions and Maximo in Stanley Field Hall
1/6

SUE

Espécie: Tiranossauro Rex

A SUE é o fóssil mais famoso do museu e continua sendo o motivo pelo qual muitos visitantes que vêm pela primeira vez passam por aqui. O esqueleto tem cerca de 12 metros de comprimento e é conhecido por estar 90% completo; por isso, não se trata apenas de uma parada rápida para tirar fotos, mas sim da exposição que é o ponto central de todo o percurso do “Evolving Planet”. O que a maioria das pessoas acaba deixando de lado é o resto do salão ao redor, especialmente o fato de que a SUE se insere em um enredo mais amplo da história da Terra, em vez de ser apenas um espetáculo isolado.

Onde encontrar: Nas Salas Griffin do Planeta em Evolução, no andar dos dinossauros.

Por dentro do Egito Antigo

Época: O Egito Antigo, com foco na vida funerária e nas tradições de sepultamento

Este é um dos espaços mais envolventes do museu: mais escuro, mais silencioso e mais imersivo do que muitos visitantes esperam depois das salas de fósseis abertas. A tumba mastaba em tamanho real e as múmias em exposição conferem à galeria uma verdadeira estrutura narrativa, não sendo apenas uma fileira de vitrines. O que as pessoas muitas vezes não percebem é o quanto a arquitetura do túmulo é importante; não corras direto para as múmias sem antes percorrer toda a sequência do espaço funerário.

Onde encontrar: Na galeria “Por dentro do Egito Antigo”, acessível a partir do percurso principal das salas culturais.

Salas Robert R. McCormick das Américas Antigas

Época: 13 mil anos de história pelo Hemisfério Ocidental

Essa é uma das galerias mais ricas do prédio, mas muitas vezes fica ofuscada pela SUE e pela seção do Egito. A exposição percorre desde os primeiros assentamentos até sociedades complexas e grandes civilizações, com peças de destaque ligadas aos mundos asteca, maia e inca. O que a maioria dos visitantes não percebe é que a maquete e o material explicativo facilitam a compreensão da galeria; vale mais a pena dar uma olhada com calma do que passar correndo pelas vitrines.

Onde encontrar: Nas galerias culturais do museu, além das salas de fósseis mais visitadas.

Grainger Hall of Gems

Tipo: Coleção de minerais e joias

A Sala das Gemas é o espaço de descanso de que o museu precisa depois das galerias mais densas de ciência e arqueologia. É visualmente impressionante, mais fácil de apreciar em uma visita rápida e repleta de peças de destaque suficientes para cativar até mesmo quem não costuma procurar coleções de minerais. O que muita gente não percebe é a sequência que mostra o processo desde a pedra em bruto até o corte e o acabamento nas vitrines, que mostra como cada pedra se transforma, em vez de apenas exibir o brilho final.

Onde encontrar: No Grainger Hall of Gems, que geralmente é melhor visitar depois das principais salas imperdíveis.

Aventura do subsolo

Tipo: Exposição interativa sobre ecologia

A "Aventura do Subsolo" é uma das paradas mais legais para a família no museu, porque muda completamente o ritmo. Em vez de mais vitrines e etiquetas, você percorre um mundo do solo em escala ampliada e encontra insetos e organismos que sustentam a vida sob seus pés. O que os adultos muitas vezes subestimam é o quanto de interpretação há aqui; não é só para crianças, e é uma ótima parada para o final da visita, quando começa a dar aquele cansaço de museu.

Onde encontrar: Nas áreas de exposições interativas para toda a família.

Os leões de Tsavo e Máximo, o titanossauro

Tipo: Exposição de espécimes históricos e modelo monumental de dinossauro

Essas são as primeiras imagens marcantes que a maioria dos visitantes guarda na memória do museu, e elas vão muito além de servir apenas como cenário para uma foto no lobby. Os leões de Tsavo conferem um verdadeiro peso narrativo à grande entrada, enquanto Máximo te faz repensar na hora a noção da magnitude dos dinossauros. O que muita gente não percebe é que vale a pena percorrer todo o salão para ver as diferentes perspectivas; uma foto rápida tirada da escadaria da entrada não faz justiça a nenhuma das duas exposições.

Onde encontrar: No Stanley Field Hall, logo depois de entrar no museu.

A maioria dos visitantes deixa a exposição “Américas Antigas” para “se sobrar tempo”

As multidões acabam levando as pessoas do salão principal para a SUE e depois direto para a seção do Egito Antigo, então as galerias das Américas Antigas acabam sendo ignoradas, apesar de serem uma das melhores áreas do museu.

Serviços e acessibilidade

  • 🎒 Verificação de bolsas: Todos os visitantes devem passar por uma revista de segurança na entrada, então viajar com pouca bagagem agiliza a chegada em comparação com chegar com uma mochila cheia.
  • 🍽️ Café: O café Atrium é a opção mais prática para uma pausa para comer no local e funciona melhor como uma parada rápida no meio de uma visita longa, em vez de ser um lugar específico para o almoço.
  • 🛍️ Loja de presentes: A loja principal perto da saída é o lugar mais fácil para comprar presentes com tema de dinossauros, brinquedos científicos e souvenirs do museu de Chicago sem precisar voltar pelo mesmo caminho.
  • 🅿️ Estacionamento: Há estacionamento disponível no próprio Campus do Museu, que geralmente custa entre US$ 27 e US$ 32 por 4 a 12 horas; vale a pena levar isso em conta no custo total de uma visita de carro.
  • 🪑 Áreas de descanso: Os amplos salões públicos e as áreas de café do museu são ótimos pontos de descanso se você quiser fazer uma pausa durante uma visita de quatro horas com crianças ou adultos.
  • Mobilidade: Os amplos corredores do museu facilitam a circulação em comparação com muitos museus mais antigos, mas, como o local tem vários andares, é melhor pegar o elevador assim que chegar.
  • 👁️ Deficiências visuais: O museu se destaca principalmente nos espaços onde espécimes de grandes dimensões e um design de galeria impressionante contribuem para a experiência interpretativa; por isso, pedir ajuda à equipe para priorizar esses espaços facilita a organização da visita.
  • 🧠 Necessidades cognitivas e sensoriais: O início do expediente e o final da tarde são os horários mais tranquilos se a densidade de pessoas for o principal desafio, já que os pontos de maior aglomeração se concentram na SUE e no salão principal no final da manhã.
  • 👨👩👧 Famílias e carrinhos de bebê: O Field é, em geral, um lugar ideal para famílias, graças aos seus amplos espaços de circulação e pontos interativos, mas um percurso mais curto e com prioridades definidas funciona muito melhor do que tentar ver tudo.

O Field é especialmente legal para crianças em idade escolar porque os dinossauros, os animais gigantes e os espaços interativos de ecologia oferecem uma experiência visual imediata, sem precisar ficar lendo o tempo todo.

  • 🕐 Hora: Com crianças, o ideal é reservar entre 2 h e 30 min e 4 horas; o SUE, a Underground Adventure e uma galeria cultural costumam ser a quantidade certa para uma primeira visita.
  • 🏠 Serviços: O café e os amplos salões públicos do museu facilitam fazer uma pausa, reorganizar-se e recarregar as energias sem se sentir preso a um percurso único e apertado.
  • 💡 Engajamento: Encarem o museu como uma lista de destaques, não como uma lista de itens a marcar — as crianças ficam interessadas por mais tempo se você organizar a visita em torno de três pontos principais, em vez de tentar “dar conta” de todo o prédio.
  • 🎒 Logística: Leva uma roupa leve e usa bolsas pequenas, porque a revista de segurança faz parte do processo de entrada e as galerias do Egito podem ser mais frias do que o salão principal.
  • 📍 Após a tua visita: O Shedd Aquarium é a próxima parada ideal para crianças, se você ainda tiver energia, porque fica no mesmo complexo do Museum Campus e não exige uma longa viagem pela cidade.

Saiba antes de ir

Informações importantes antes de ir

  • Requisitos de admissão: A entrada geral é baseada na data; a reserva online é a opção mais simples; e é preciso apresentar um documento de identidade válido se você for usar a tarifa para residentes de Illinois ou a entrada gratuita às quartas-feiras.
  • Política de bolsas: Cada bolsa atrasa a entrada, pois é necessário passar pela revista de segurança; por isso, uma bolsa pequena para o dia a dia te deixa entrar mais rápido do que se você chegar carregado com tudo o que precisa para o dia inteiro.
  • Política de reentrada: Geralmente, não é permitido voltar depois de sair, o que significa que é melhor aproveitar o intervalo para o almoço ou tomar um café antes de entrar ou no café do local.

Não é permitido

  • 🚫 Comida e bebida: Planeja comer nos cafés ou nas áreas de descanso designadas, em vez de dentro dos pavilhões de exposições.
  • 🚬 Fumar e vaporizar: Deixa isso do lado de fora do museu e longe dos espaços públicos internos.
  • 🐾 Animais de estimação: Animais de estimação não são permitidos na visita ao museu, enquanto animais de serviço devem seguir as regras de acesso padrão do museu.
  • 🖐️ Exposições interativas: Não toque nas vitrines, nos espécimes ou nos artefatos, a menos que uma área interativa incentive claramente isso, pois muitos objetos são insubstituíveis.

Fotografia

Normalmente, é permitido tirar fotos pessoais durante a visita, especialmente em grandes salões como o Stanley Field Hall e nas galerias de dinossauros, mas fica de olho nas placas específicas de cada sala nas exposições temporárias ou em espaços mais sensíveis. É melhor evitar usar o flash perto de objetos de exposição e vitrines, e tripés ou equipamentos fotográficos volumosos podem te atrapalhar em salas que já estão lotadas. Se você quer tirar as melhores fotos da SUE ou do salão principal, é muito mais fácil ir logo de manhã do que ao meio-dia.

É bom saber

  • Quarta-feira com entrada gratuita: Os dias de entrada gratuita para residentes de Illinois são ótimos em termos de custo-benefício, mas geralmente são um dos períodos menos tranquilos para visitar, se você valoriza o espaço e o ritmo do passeio.
  • Cansaço de museus: O erro que a maioria dos visitantes de primeira viagem comete é passar tempo demais na primeira sala de grandes atrações e depois apressar a visita às galerias mais tranquilas, que são justamente as que dão mais profundidade à experiência.
Depois de sair do Field Museum, normalmente não dá para voltar a entrar

⚠️ Geralmente, não é permitido voltar depois de sair do museu. Planeja as paradas para ir ao banheiro, as refeições e os intervalos para descansar antes de sair. Mesmo as opções mais próximas no Museum Campus demoram um pouco para chegar, e voltar significa passar pela segurança de novo.

Dicas práticas

  • Reserva e chegada: Reserva com antecedência para os fins de semana, datas de verão e as quartas-feiras com entrada gratuita para residentes de Illinois, porque são nesses dias que a entrada com hora marcada é mais importante e a chegada no final da manhã parece demorar mais.
  • Ritmo: Começa pela SUE enquanto ainda estás com a cabeça fresca, porque as salas dos dinossauros exigem tempo e são o lugar onde é mais fácil perder o ritmo se fores lá depois do meio-dia.
  • Controle de multidões: O melhor horário é às 9h em ponto ou depois das 15h, não porque “cedo é sempre melhor”, mas porque no final da manhã é quando grupos escolares, famílias e visitantes sem agendamento se encontram nos mesmos corredores principais.
  • O que levar ou deixar para trás: Leva uma roupa leve e uma bolsa pequena; a visita ao museu é longa e se passa toda dentro de casa, as galerias do Egito podem ser mais frias, e cada bolsa a mais dá mais trabalho na segurança.
  • Comida e bebida: Se quiseres uma pausa para o almoço com o mínimo de transtorno, almoça cedo no café do local, antes do meio-dia, ou mais tarde, depois das 13h30, quando o movimento está mais tranquilo.
  • Planejamento de rota: Não deixe as salas “Américas Antigas” e “Salão das Gemas” para os últimos 30 minutos, porque são essas as salas que a maioria dos visitantes se arrepende de ter visto de passagem quando começa a ficar cansada da visita ao museu.
  • Dirigindo: Se você for de carro, já inclua o estacionamento do Museum Campus no seu orçamento para os ingressos desde o início, porque os US$ 27 a US$ 32 do estacionamento alteram o custo real de uma visita em família.

O que mais vale a pena visitar por aqui?

Aquário Shedd

Distância: 800 metros, cerca de 10 minutos a pé
Por que as pessoas combinam essas coisas: O Museu Field de História Natural e o Aquário Shedd costumam ser visitados juntos, e a maneira mais fácil de fazer isso é com um passe combinado. Um passe com várias atrações em Chicago pode incluir ambas e te ajudar a economizar até 30% em comparação com a compra separada das principais atrações.

Planetário Adler

Distância: 1,1 km, cerca de 15 minutos a pé
Por que as pessoas combinam essas coisas: Isso mantém a temática científica sem precisar de uma transição complicada, e funciona bem se você quiser um museu dedicado à história da Terra e outro ao espaço.

Também nas proximidades

Instituto de Arte de Chicago
Distância: 2,4 km, cerca de 10 minutos de táxi ou mais a pé
É bom saber: É a melhor opção nas proximidades se você quiser que o seu dia nos museus de Chicago combine ciência e cultura, em vez de ficar só na área do Museum Campus.

Skydeck da Willis Tower
Distância: 2,4 km, cerca de 10 a 15 minutos de carro
É bom saber: Essa é a melhor opção para um "grande contraste" depois de uma manhã repleta de museus, se você quiser apreciar a vista da cidade e dar uma mudada de ritmo em vez de visitar mais uma galeria.

Saiba mais

Coma, faça compras e hospede-se perto do Museu Field de História Natural

  • No local: O café do átrio, com um ambiente descontraído de museu, preços moderados e ideal para um almoço rápido quando sair do prédio teria um custo para o seu tempo.
  • The Gage (cerca de 10 minutos de carro, 24 S Michigan Ave): Cozinha americana sofisticada, preços mais altos e uma boa opção para depois do museu, se você quiser uma refeição tranquila perto do Millennium Park.
  • Eleven City Diner (cerca de 10 minutos de carro, 1112 S Wabash Ave): cardápio clássico de delicatessen, preços moderados e uma ótima opção se você quiser uma refeição farta e adequada para crianças depois de uma longa visita ao museu.
  • Lou Malnati’s Pizzeria (cerca de 10 minutos de carro, 805 S State St): pizza de massa grossa ao estilo de Chicago, preços moderados e a escolha mais fácil para agradar a todos se o seu grupo quiser algo tipicamente local.
  • 💡 Dica profissional: Se você for comer no local, vá antes do meio-dia ou depois das 13h30 — a fila do almoço cresce rapidamente assim que o fluxo de visitantes do museu atinge o pico no final da manhã.
  • Loja do Field Museum: Brinquedos científicos, presentes com tema de dinossauros, livros e souvenirs inspirados nas exposições, tudo bem ali dentro do museu, o que faz dele a parada mais prática antes de você ir embora.
  • Lojas da Coleção Roosevelt: Há um shopping center maior a uma curta distância de carro, caso queiras fazer compras normais depois do museu, em vez de comprar souvenirs específicos da atração.

Sim, se a tua prioridade é ter acesso ao Museum Campus e uma localização mais tranquila do que o centro do Loop. A região parece mais voltada para atividades culturais e passeios à beira do lago do que para a vida noturna, por isso é ideal para estadias curtas focadas em museus, caminhadas e um roteiro diurno tranquilo. Se você procura restaurantes, bares e opções noturnas bem na porta do hotel, a região pode parecer um pouco tranquila demais.

  • Faixa de preço: A região costuma ter preços que variam da opção intermediária à média-alta, mas às vezes dá pra encontrar opções com melhor custo-benefício um pouco mais a oeste, no South Loop.
  • Ideal para: Visitantes que estão em uma viagem curta a Chicago e querem ter acesso fácil ao Field, ao Shedd e ao Adler sem precisar planejar o trajeto todas as manhãs.
  • Em vez disso, considera: O Loop ou River North, se você quiser mais opções de gastronomia e transporte público, ou o South Loop, se você quiser uma opção mais econômica que ainda fique perto do Museum Campus.

Perguntas frequentes sobre a visita ao Museu Field de História Natural

A maioria das visitas dura de 3 a 4 horas, mas dá pra passar facilmente de 5 a 6 horas se você incluir um filme em 3D, uma exposição especial e uma visita mais demorada às seções do Egito Antigo ou das Américas Antigas. Se você quiser visitar apenas os pontos principais, reserve entre 2 h e 30 min e 3 horas para o SUE, o salão principal e uma ou duas das principais galerias.

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